domingo, março 21, 2010

Secas na China


A seca no sudoeste da China já afecta mais de 50 milhões de pessoas, e a previsão é de que continue, avança a Reuters, citando a agência Xinhua.
A estiagem começou no segundo semestre de 2009, reflectindo uma combinação de falta de chuvas e temperaturas excepcionais, de acordo com as conclusões de uma reunião do Governo central para discutir a situação.
A seca afecta as províncias e regiões de Guangxi, Sichuan, Guizhou e Yunnan, e também o município autónomo de Chongqing, regiões que são conhecidas pelos canaviais e seringais.
Algumas áreas têm recebido menos 90 por cento de chuva do que o normal nesta época, e mais de 16 milhões de pessoas têm dificuldades no acesso a água potável.
Esta é a pior seca em Yunnan em seis décadas, e afecta 85 por cento das terras agrícolas da província.



Reflexão:
Já pensaram que estas secas devem-se ao facto do aquecimento global estar a aumentar? Pois, e quem faz com que o efeito de estufa e, consequentemente, o aquecimento global aumente? O que se verifica na China é consequência da altíssima percentagem de gases que eles enviam para a atmosfera. Como não é de admirar a primeira região a ser afectada é a região onde nasce essa mesma poluição, que conduz ao aumento dos gases de efeito de estufa.

Bibliografia:

Limpar Portugal


No passado dia, 20 de Março de 20101, milhares de portugueses uniram-se por diversos locais do país para "limpar Portugal". A iniciativa teve apoio da ministra do ambiente, Dulce Pássaro que afirmou que novas oportunidades como estas surgirão. O objectivo foi sensibilizar sobretudo os jovens, que e cito a srª ministra "são os que menos responsabilidades têm nestes casos". A organização afirma que foram recolhidos mais de 70 mil toneladas de lixo por todo o país. No decorrer das limpezas houve, por todo o país, apenas um incidente. 100 mil pessoas foram as principais responsáveis pela recolha do lixo. Apesar de todos os esforços a ministra reclamou que "ainda há um grande caminho a percorrer", mas agradeceu todo o "contributo fundamental" das pessoas.




Texto elaborado por:
  • Cromossomas ambulantes

Reflexão:

Apesar de não termos participado nesta iniciativa, achamos que é realmente importante que hajam estes esforços e apoios para que Portugal fique mais limpo. Contudo o nosso país nunca ficará na sua totalidade, limpo. Aguardamos então que tornem a haver iniciativas deste tipo, para que todos nós possamos dar o nosso contributo.

domingo, março 14, 2010

Zonas de risco Geomorfológicos

Há vários locias de risco Geomorfológicos. As bacias hidrográficas, as zonas de vertentes e as zonas costeiras são 3 zonas de alto risco.
  • Bacias Hidrográficas:

O percurso do rio pode ser dividido em 3 partes:

  1. O curso superior;
  2. O curso médio;
  3. O curso inferior.
O curso superior do rio, é quando o rio está na sua parte mais inclinada. Há uma grande erosão das margens do rio e um grande transporte de materiais. A força da água é muito intensa, portanto. Se as rochas do terreno forem muito resistentes, o rio circula por entre elas, formando quedas de água, gargantas ou desfiladeiros.
No curso médio do rio, a inclinação diminui, o que faz com que a força da água já não seja tão forte e, consequentemente, a erosão e o transporte também não seja tão acentuado. Assim os materiais mais pesados, já
não são transportados. O que acontece, é que em altura de cheias, o rio enche e transborda, depositando esses materiais nas margens do rio. Aí formam-se grandes planicies sedimentares, onde o rio descreve curvas largas e amplas. As essas curvas dá-se o nome de meandros.
No curso inferior, a inclinação é praticamente nula, logo o transporte também é quase nulo. A água pode então desaguar, isto é, chegar à foz.

Riscos e Prevenções: Os maiores riscos associados às bacias hidrográficas são a extracção de inertes e as cheias. Para que isto não aconteça podem-se construir barragens e ordenar e controlar a ocupação do Homem nos leitos de inundação.
  • Zonas costeiras:

Estas zonas são zonas de transição entre o domínio continental e o domínio marinho. São faixas complexas, dinâmicas, mutáveis e que estão sujeitas a variados processos geológicos.
A acção mecânica das ondas, das correntes e das marés tem um efeito modelador sobre as zonas costeiras originando as formas de erosão e de deposição. As primeiras resultam do desgaste provocado pelo impacto das águas do mar sobre a costa (abrasão marinha). As segundas resultam da deposição de sedimentos de variados tamanhos e formas. Um exemplo são as praias. Nas zonas costeiras o Homem obtém alimento, rec
ursos minerais e lazer. Apesar disso as zonas costeiras, têm factores condicionantes. Podem ser de carácter natural ou antrópico.
As regressões e transgressões marinhas, os períodos de glaciação e interglaciação e a deformação das margens devido a movimentos tectónicos são factores naturais. Já agravamento do efeito de estufa, a construção desordenada na faixa litoral, a construção de barragens e destruição de dunas são factores antrópicos.


Riscos e prevenções: Para prevenir os vários riscos associados às zonas costeiras podem-se construir paredões, esporões, enrocamentos, quebra-mares e molhes. Pode-se também alimentar artificialmente em sedimentos as praias e proteger-se as dunas. Apesar de tudo os custos podem ser elevados e no que toca à alimentação artificial em sedimentos as praias, isto deverá ter que ser feito constantemente.
  • Zonas de vertente:
São locais de desnível da topografia terrestre. Os maiores riscos associados às zonas de vertente são as quedas de blocos, a erosão hídrica e os movimentos de massa. A erosão hidrica processa-se de forma mais ou menos lenta e gradual e resulta do desgaste dos solos provocado pelo impacto das gotas de chuva e pela escorrência das águas ao longo da
vertente.
Os materiais arrancados às vertentes são quase sempre de pequenas dimensões e em pequenas quantidades originando as quedas de blocos.
Os movimentos de massa correspondem a situações em que se movimenta uma grande massa de materiais ólidos, de forma muito lenta e quase imperceptível ou, como acontece quase
sempre, de forma brusca e inesperada.

Riscos e prevenções: Deve-se estudar as características geológicas e geomorfológicas
do local, elaborar-se cartas de ordenamento do território com definição de áreas para habitação, agricultura, de interesse ecológico, exploração de recursos e vias de comunicação, elaborar-se cartas de risco geológico e remover-se os materiais geológicos que possam constituir perigo.

Texto elaborado por:

  • Cromossomas ambulantes

sábado, fevereiro 27, 2010

Parabéns... 'oh' tratado fracassado


O Protocolo de Quioto entrou em vigor fez, segunda-feira, cinco anos. No entanto, para o vice-presidente do Comité Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Quito, o documento «ficou aquém dos objectivos».
O investigador português Barata, considera que o documento «se calhar foi demasiado inovador para o que seria o gosto de muitos, o que fez com que a sua entrada em vigor fosse atrasada por via da falta da assinatura do principal país poluidor: os Estados Unidos da América (EUA)»
Na perspectiva do presidente do Comité Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, esta ausência fez com que a eficácia do protocolo «fosse gravemente diminuída», considerou Pedro Barata.
O investigador saudou ainda os esforços que os Estados Unidos têm vindo a desenvolver, referindo que internamente já há uma política de clima, «o que não havia há dois ou três anos», e há propostas no Senado norte-americano para criar tectos de emissão para a indústria.
No entanto, para o investigador, ainda se coloca a questão se estes esforços são suficientes e comparáveis ao empenho da Europa.
«Nos últimos 20 anos, em vez de uma redução, tivemos um aumento a nível global e, em vez de uma redução de sete por cento nos países desenvolvidos, houve uma na ordem dos quatro ou cinco por cento: ou seja ficámos muito aquém», lembrou Pedro Barata.
O próximo passo será que a Europa deixe de «puxar a carroça» e que EUA, China, Brasil, Índia e resto dos países desenvolvidos «contribuam para chegar a 2050 com a meta de reduzir fortemente as emissões», afirmou o investigador.
O Protocolo de Quioto é um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases com efeito de estufa, considerados como a principal causa do aquecimento global.


Reflexão:

Acreditamos piamente que a meta será atingida, ou seja, que em 2050 as emissões tenham sido fortemente reduzidas. Apesar do Tratado de Quioto não tenha vindo a ter o sucesso que se tem pretendido, achamos que isso não tem sido de tal forma, pois as grandes potências não ajudam. De facto, será preciso que se inicie uma grande colaboração a nível mundial e que não seja só alguns países a tentar remar contra a maré. É necessário que todos ajudemos para fazer deste mundo, um mundo melhor e com muita menos poluição. Deste modo, viveremos, claro, muito melhor e o mundo não nos trará tantas e desagradavéis surpresas como uma grande alteração climática. 'Bora colaborar'.


Bibliografia:
http://www.tvi24.iol.pt/ambiente/ambiente-quito-aniversario-pedro-barata-tvi24/1139744-4070.html

Cuidado


Um iceberg do tamanho do Luxemburgo desprendeu-se da Antárctida depois de uma colisão com outro bloco de gelo gigante.Cientistas australianos alertam que o fenómeno pode causar alterações climáticas.
O pedaço de gelo com 78km de comprimento e 39km de largura separou-se do glaciar Mertz, uma língua de gelo de 160km e está neste momento flutuar no sul da Austrália, podendo bloquear uma importante área geográfica que produz um quarto de toda água gelada do mar.
O bloqueio, alertam os cientistas, pode ter efeitos perigosos sobre o clima, havendo fortes probabilidades de diminuição das temperaturas no Atlântico Norte, durante os invernos.
Os efeitos não serão sentidos imediatamente, afirma Neal Young, do Centro de Pesquisa de Ecossistemas e Clima Antárctico na Tasmânia, que alerta ainda para futuras «implicações para os pinguins e outros animais selvagens que normalmente usam esta área para alimentar-se», referiu o cientista.
Mertz: Um glaciar com 5 mil quilómetros quadrados.
Esta não é a primeira fractura na língua de gelo. Há duas décadas o enorme bloco já apresentava uma grande falha, tendo a segunda sido detectada no início deste século.
O glaciar Mertz resultou da desfragmentação de um iceberg com mais de 5 mil quilómetros quadrados, que se desprendeu, em 1987, tornando-se num dos maiores da Antárctida.
Reflexão:
Mais uma vez torna a entrar aqui a velha questão do aquecimento global. De facto, é um problema cada vez mais visível e que nós (ser humano), temos de corrigir. Temos de parar antes que seja tarde demais.
Bibliografia:

O Mundo está 'tolo'


Depois de termos assistido ao grande sismo no Haiti, depois de termos assistido ao deslizamento de terras na Itália, é a hora de vermos um terramoto e tsunami no Chile e de uma grande inundação em toda a ilha da Madeira. Tudo isto se passou no espaço de 3 meses. Será que nos próximos tempos ainda veremos a 'Mãe Natureza' a devastar ainda mais este indefeso mundo?

Achamos que também temos de levar a mão à consciência e pensar se tudo isto é fruto apenas da 'Mãe Natureza'. Será que não temos culpa no que se está a passar?


Texto elaborado por:
  • Cromossomas ambulantes

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Erosão ameaça a costa portuguesa



Um terço da costa de Portugal está a ser destruído pela erosão. O resultado é avançado por um relatório da Comissão Europeia.
Portugal é um dos países da União Europeia (UE) que mais sofre com a erosão costeira. De acordo com um relatório encomendado pela Comissão Europeia, Portugal ocupa o quarto lugar dos 18 países da UE com maior erosão no litoral. «Living with Coastal Erosion in Europe: Sediment and Space for Sustainability» é o mais completo estudo elaborado pela União Europeia sobre a erosão provocada pelas actividades do Homem no litoral da Europa.
Um quinto da costa da UE já foi “seriamente afectado”.
Esta é uma das conclusões do relatório, que refere ainda que “a costa está a recuar entre 0,5 e dois metros por ano e, em alguns casos dramáticos, 15 metros”. De acordo com a Comissão Europeia, esta ameaça deve-se em grande parte ao “desenvolvimento intensivo e ao uso dos solos” nas zonas costeiras. Intervenção humana é um dos agentes de erosão.
A par das causas naturais, a intervenção do Homem é um dos factores que tem vindo a potenciar a erosão do litoral um po
uco por toda a Europa. A retirada, todos os anos, de cerca de 100 milhões de toneladas de areia que deveriam servir para repor as areias que são levadas pelo mar, é um dos factores que mais contribui para o desgaste da zona costeira. Normalmente, essas areias são retiradas pelo Homem para depois serem utilizadas na construção civil ou em barragens fluviais.
“A erosão costeira tem efeitos dramáticos”.
Ambiente e actividades humanas poderão ser as áreas mais prejudicadas com os danos provocados pela erosão das costas. Bruxelas alerta para as possíveis consequências do aumento deste desgaste. Destruição de casas, estradas e habitats naturais essencais para a vida selvagem são as consequências mais imediatas. Prevêm-se ainda efeitos nas actividades económicas, principalmente no turismo. De acordo com o estudo da Comissão Europeia, em causa poderá estar também a própria segurança das populações que habitam em zonas costeiras, o que actualmente significa cerca de 16% da população da UE. Só nos últimos 50 anos, a população que vive junto ao mar aumentou para mais do dobro na UE. Actualmente vivem 70 milhões de pessoas em localidades do litoral. Do relatório ressalta ainda o valor ecológico destas áreas: dos 132.300 quilómetros de costa que estão sujeitos ao efeito da erosão, 47.500 englobam zonas de grande valor ecológico, onde é possível encontrar uma grande biodiversidade e ecossistemas importantes. A destruição dessas áreas implica alterações ecológicas que na maioria das vezes são irreversíveis.
A vizinha Espanha tem a costa danificada em 11,5%, ocupando o 14º lugar da lista.
Cinco milhões de euros: É quanto custou o estudo, que contou com o patrocínio da União Europeia.O relatório «Viver com a erosão do litoral na Europa» foi elaborado por peritos gregos entre 2001 e 2002, e vai ser hoje discutido em Bruxelas numa conferência internacional da União Europeia. Os grandes objectivos do estudo centram-se na avaliação dos impactos sociais, económicos e ecológicos provocados pelo aumento da erosão nas costas europeias. O relatório prevê ainda formas para que o problema possa começar a ser sanado pelas autoridades públicas europeias.

Reflexão:
Tal como o aquecimento global, um dos grandes responsáveis pela erosão é o ser humano. Como já foi referido a retirada, todos os anos, de cerca de 100 milhões de toneladas de areia que deveriam servir para repôr as areias que são levadas pelo mar, é um dos factores que mais contribui para o desgaste da zona costeira. Normalmente, servem para a construção civil ou barragens fluviais. Há muitas consequências graves causadas pela erosão como é o causa, da destruição de habitações que a partir de aí afecta muitos e muitos habitantes nas regiões costeiras. É MAIS UM MOTIVO PARA APELAR AO SER HUMANO PARA DEIXAR DE SER 'PORCO', E PASSO O TERMO, E DEIXE DE CAUSAR ESTE TIPO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS E SOCIAIS.
Bibliografia: